A Elytron Cybersecurity, referência em serviços ofensivos e defensivos de segurança da informação, acaba de dar um passo estratégico importante: a criação de uma nova diretoria dedicada a investigações estratégicas, inteligência corporativa, antifraude e resposta a incidentes críticos. À frente dessa área está Mariana Ortiz, profissional com mais de 15 anos de experiência nos mercados de seguros, riscos cibernéticos e inteligência corporativa.

Uma nova área que conecta investigação e defesa cibernética

A chegada de Mariana Ortiz marca a estruturação de uma área inédita na Elytron: a diretoria de Strategic Investigations & Intelligence. A executiva reportará diretamente à alta gestão da companhia e terá como missão conectar investigações estratégicas à resposta técnica a incidentes cibernéticos.

Essa integração é um diferencial relevante no mercado. Enquanto muitas empresas de cibersegurança focam exclusivamente na contenção de ataques, a Elytron amplia sua atuação para incluir investigações completas — da análise forense digital à identificação de responsáveis, reconstrução de eventos e produção de inteligência para decisões estratégicas.

Para isso, a empresa combina tecnologia avançada de análise de dados com inteligência humana especializada, criando uma abordagem que une o melhor dos dois mundos.

Por que essa área é relevante agora

Segundo Daniel Tupinambá, CISO Strategy da Elytron, a criação da área responde a um momento de crescimento acelerado dos casos de fraudes corporativas, incidentes cibernéticos complexos e investigações envolvendo insiders. São cenários que exigem integração entre análise técnica de dados e inteligência humana — algo que a nova diretoria está posicionada para entregar.

O mercado de cibersegurança evoluiu. Não basta mais apenas detectar e conter ameaças: é necessário compreender suas origens, mapear responsáveis e transformar incidentes em inteligência acionável para decisões de negócio.

Inteligência corporativa: da reação à antecipação

A abordagem tradicional de cibersegurança é predominantemente reativa: detecta-se a ameaça, contém-se o dano e restaura-se a operação. A nova diretoria da Elytron propõe algo mais ambicioso — uma atuação que vai da análise forense digital até a produção de inteligência estratégica.

Isso significa que, diante de um incidente, a empresa não se limita a “apagar o incêndio”. A equipe conduz uma investigação completa que inclui a identificação dos responsáveis, a reconstrução cronológica dos eventos e a produção de relatórios de inteligência que alimentam decisões da alta gestão.

Essa visão integrada é especialmente valiosa em casos que envolvem fraudes internas, espionagem industrial e ataques direcionados — cenários em que a dimensão técnica e a dimensão estratégica precisam caminhar juntas para uma resposta eficaz.

Quem é Mariana Ortiz

A trajetória de Mariana Ortiz combina experiência em grandes organizações globais com profundo conhecimento técnico e estratégico.

Antes de chegar à Elytron, foi sócia da GRC Solutions, onde estruturou a prática de Disputas e Arbitragens e liderou projetos de inteligência e conformidade. Atuou como Head de Cyber Insurance da Generali para Ibéria e América Latina, participando da criação da divisão e da estratégia regional na área de riscos cibernéticos. Também ocupou posições de liderança na Zurich Insurance Company Ltd, como Global Underwriting Manager para Linhas Financeiras na América Latina, e estruturou a divisão de Linhas Financeiras da Berkley International Seguros no Brasil.

Formada em Direito pela UNIP, com pós-graduação pela PUC-SP, possui certificações internacionais em gestão estratégica de riscos cibernéticos pela Harvard e em Liderança e Estratégia de IA generativa pela Vanderbilt University. Atua ainda como professora convidada e palestrante em instituições como Insper, FIA e IBGC, com foco em governança, gestão de crises e cibersegurança.

Sobre a Elytron Cybersecurity

Fundada em 2010, a Elytron Cybersecurity atua como parceira estratégica global em inteligência e defesa cibernética, com operações no Brasil, Estados Unidos, Portugal e Malásia. A empresa apoia grandes organizações na proteção de seus ativos digitais, garantindo resiliência operacional, reputação e continuidade de negócios diante de cenários de ameaças cada vez mais sofisticados.

Sua legitimidade institucional é reconhecida por algumas das organizações mais exigentes do mundo: a Elytron é classificada como Empresa de Interesse da Defesa Nacional pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas do Brasil, homologada internacionalmente pela OTAN (NSPA) e duplamente condecorada pelo governo dos Estados Unidos por sua contribuição à segurança nacional.

Conclusão

A criação da diretoria de Strategic Investigations & Intelligence e a chegada de Mariana Ortiz posicionam a Elytron Cybersecurity em um novo patamar de inteligência aplicada à segurança corporativa. Em um cenário onde fraudes e incidentes cibernéticos exigem respostas cada vez mais completas, a integração entre investigação estratégica e defesa técnica representa um avanço significativo para o mercado brasileiro de cibersegurança.